18 dez 09
outras técnicas
Furoshi para embalar presentes de Natal
por Andrea

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Então gente, vocês andaram colocando em prática as ideias de embrulho furoshiki que a gente mostrou aqui este ano? Eu sim e pra documentar mostro uns embrulhinhos que fiz esta semana para alguns presentes que vou dar no Natal. Pra mostrar que furoshiki não é só conceito e que pode e deve virar o embrulho de presentes da vida real.
Para estas três caixas retangulares usei tecidos quadrados e esta técnica que postamos no Youtube. Para dar um acabamento melhor escondi os nós com a ponta do tecido que sobrou.
Vou mostrar os embrulhos um a um para vocês verem como ficaram e os tecidos que escolhi:

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Esta caixinha é um estojinho de maquiagem. Usei um retalhinho de tecido de algodão texturizado japonês. A tag eu aproveitei de uns fat quarters que comprei no Japão mas como dá pra ver são simplesmente de papel e arame, dá pra reproduzí-las numa boa.

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Pra esta caixa grandona usei um quadradão de tecido que comprei no Bom Retiro, na cor laranja. É um tipo de algodão sedificado, é bem molinho e tem um brilhinho legal. Para mostrar que a maioria dos furoshikis é de tecido estampado mas um tecido liso com cor bacana também fica bem legal e luxo!

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Esta é uma caixa de kit de pintura que embalei com um tecido estampado vintage. O tecido é bem fininho, quase transparente.

O legal é que eu consegui fazer estas três embalagens aproveitando tecidos que eu já tinha em casa, ou seja, a custo zero. O importante a se lembrar é que, se for usar um tecido de algodão no seu furoshiki é bom escolher um de textura mais fina pois o algodão de patchwork e o tricoline são um pouco duros e isso pode comprometer o visual final. Tecidos de composição mista servem super bem para furoshiki e têm uma malemolência legal na hora de fazer as amarrações.

E aí, vamos dar presentes ‘furoshikados’ neste Natal ? E tem aquele gostinho a mais de surpreender quem recebe com um ‘uau, uma embalagem de pano’.
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Também no Superziper: Vejam estas outras idéias para embalar presentes em formatos que vão além das caixas. Fizemos tutorias com video ensinando como usar o furoshiki para embrulhar objetos redondos, garrafas e até uma flor de lenço para usar amarrada no pescoço.

16 dez 09
tricô e crochê
Acabei a minha segunda meia
por Andrea

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Este post é curtinho, só pra mostrar o resultado final da minha segunda meia de tricô. Lembram do post que fiz quando estava na metade do primeiro pé ? Ufa, depois de muita enrolação consegui terminar, blocar e taí ela prontinha para ser usada quando o tempo esfriar.
As próximas fotos são só para fins de knitting porn, para as tricoteiras que lêem o blog, tá ? :P
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Detalhe do ponto lace da parte de cima. Dá pra decorar a sequência de lace bem rápidinho. As laterais e solado são em ponto meia.
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Tirei uma foto por trás, pra vocês verem que o mesmo motivo lace se repete tanto na frente como na parte de trás da meia.
E por fim uma tentativa ousada de usar meia de tricô com sapatinha dourada, hehe. Estou atrás de um modelo de sapato/sandália para usar com meia sem ficar com um visual muito ‘vovó’. Alguma dica?

Se alguém se empolgar e quiser tentar fazer uma igual dou o maior apoio. A receita é Express Lane, do site The Inside Loop. Melhor já ir começando agora pra ter meias novas no Outono de 2010.****************

Também no Superziper: A minha primeira meia foi a True Blood,devidamente registrada aqui no Superziper. Foram duas meias tricotadas em 2009. Nada mal pra quem nunca tinha se arriscado a tricotar meias na vida !

16 dez 09
outras técnicastricô e crochê
Duelo de pompons: Pompom Fácil X pompom ‘de dedo’
por Claudia
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Ganhei da minha mãe um fazedor de pompons. Ela usou para terminar uma encomenda e depois repassou por mim, porque sabia que eu usaria bem mais. O Pompom fácil, que é da Pingouin, é um disquinho de plástico feito pra facilitar a vida de quem precisa fazer pompons. O meu não custou nem 3 reais. E nem deveria… Sintam a descrição da embalagem: vem em um saquinho transparente acompanhado de um mini-folhetinho, que é o manual de instruções – e só! Deve ser a mesma embalagem da época que ele foi inventado, quando nos armarinhos não tinha nada “self-service” – você pedia o que queria e o atendente dava as costas e saia para buscar o produto em uma daquelas mil gavetinhas, e é claro que ele sabia exatamente em qual delas estava. Foi bem assim que eu comprei o meu. Estava com minha mãe em Santos (SP) e demos um pulo em um armarinho bem antigo, que fica dentro de uma galeria. Foi rápido e indolor – compramos e fomos embora.

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Com um fazedor de pompons em mãos, resolvi tirar uma dúvida que eu sempre tive: será que ele realmente é assim tão útil? Então decidi organizar um duelo: pompom de dedo versus pompom-fácil. Marquei a data, chamei os concorrentes, organizei as armas (tesoura, centimetro e cronômetro basicamente) e depois de uma manhã tínhamos um vencedor. Acompanhem pelas fotos!

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Apresentamos os concorrentes: Minha mão como instrumento, usando apenas dois dedos (ensinamos a fazer pompom neste vídeo daqui), armada com lã em tons de azul – e o famoso Pompom-fácil, armado de lã multicolorida. Quem será que vai ganhar?

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Primeira etapa: Quantidade de lã utilizada. Fazendo cerca de 50 voltas nos dedos, o pompom de dedo exige cerca de 5,65 metros de lã. Já para rechear o pompom-fácil foram necessários 3,25 metros.

Segunda etapa: Tempo gasto para enrolar o pompom. O azul foi no dedo e levou cerca de 1 minuto. Para o pompom fácil, precisei de uns 1:40 minuto.

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Terceira etapa: Cortar o diâmetro. Aqui não senti muita diferença. No pompom de dedo foram 53 segundos. No pompom-fácil levei 41 segundos.
Quarta etapa: Tempo de finalização (aparar as pontas). Levei praticamente dois minutos para acertar o tamanho do pompom feito no dedo. O pompom-fácil fica com fios de tamanhos mais regulares, então gastei menos tempo nesta etapa – 1:22 minutos.
Quinta etapa: Desperdício. Eu queria ter uma balancinha para pesar a quantidade de lã que sobrou e chegar em um percentual de desperdício, mas não deu. Então empilhei os restos e coloquei perto de uma fita métrica para dar uma ideia visual. O pompom de dedo perdeu feio.
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Sexta etapa: Pompom pronto. Os dois ficaram muito parecidos, com boa aparência e uniformes. Empate aqui!
O veredito
O pompom fácil venceu por ser mais rápido e econômico. Ele é um ótimo instrumento para quem precisa fazer muitos pompons. Mas nem tudo é perfeito. Ele faz sempre pompons de mesmo tamanho, um problema para quem precisa de variedade. Na internet, vi que existem kits de pompons importados, com aros em diversos tamanhos, tipo P, M e G – daí resolve. Mas o pompom de dedo leva uma menção honrosa pela praticidade, afinal, basta lã e tesoura e você pode fazer em qualquer lugar.
Links
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Também no Superziper: * A gente já ensinou a fazer finger knitting, ou tricô de dedo, é bem facinho de fazer. Mais uma técnica que só precisa dos dedos e de um novelo de lã. Dá para por em prática já!