16 dez 09
tricô e crochê
Acabei a minha segunda meia
por Andrea

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Este post é curtinho, só pra mostrar o resultado final da minha segunda meia de tricô. Lembram do post que fiz quando estava na metade do primeiro pé ? Ufa, depois de muita enrolação consegui terminar, blocar e taí ela prontinha para ser usada quando o tempo esfriar.
As próximas fotos são só para fins de knitting porn, para as tricoteiras que lêem o blog, tá ? :P
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Detalhe do ponto lace da parte de cima. Dá pra decorar a sequência de lace bem rápidinho. As laterais e solado são em ponto meia.
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Tirei uma foto por trás, pra vocês verem que o mesmo motivo lace se repete tanto na frente como na parte de trás da meia.
E por fim uma tentativa ousada de usar meia de tricô com sapatinha dourada, hehe. Estou atrás de um modelo de sapato/sandália para usar com meia sem ficar com um visual muito ‘vovó’. Alguma dica?

Se alguém se empolgar e quiser tentar fazer uma igual dou o maior apoio. A receita é Express Lane, do site The Inside Loop. Melhor já ir começando agora pra ter meias novas no Outono de 2010.****************

Também no Superziper: A minha primeira meia foi a True Blood,devidamente registrada aqui no Superziper. Foram duas meias tricotadas em 2009. Nada mal pra quem nunca tinha se arriscado a tricotar meias na vida !

16 dez 09
outras técnicastricô e crochê
Duelo de pompons: Pompom Fácil X pompom ‘de dedo’
por Claudia
bandeja-pompons

Ganhei da minha mãe um fazedor de pompons. Ela usou para terminar uma encomenda e depois repassou por mim, porque sabia que eu usaria bem mais. O Pompom fácil, que é da Pingouin, é um disquinho de plástico feito pra facilitar a vida de quem precisa fazer pompons. O meu não custou nem 3 reais. E nem deveria… Sintam a descrição da embalagem: vem em um saquinho transparente acompanhado de um mini-folhetinho, que é o manual de instruções – e só! Deve ser a mesma embalagem da época que ele foi inventado, quando nos armarinhos não tinha nada “self-service” – você pedia o que queria e o atendente dava as costas e saia para buscar o produto em uma daquelas mil gavetinhas, e é claro que ele sabia exatamente em qual delas estava. Foi bem assim que eu comprei o meu. Estava com minha mãe em Santos (SP) e demos um pulo em um armarinho bem antigo, que fica dentro de uma galeria. Foi rápido e indolor – compramos e fomos embora.

dois-pompons

Com um fazedor de pompons em mãos, resolvi tirar uma dúvida que eu sempre tive: será que ele realmente é assim tão útil? Então decidi organizar um duelo: pompom de dedo versus pompom-fácil. Marquei a data, chamei os concorrentes, organizei as armas (tesoura, centimetro e cronômetro basicamente) e depois de uma manhã tínhamos um vencedor. Acompanhem pelas fotos!

pompom-de-dedo fazedor-de-pompom

Apresentamos os concorrentes: Minha mão como instrumento, usando apenas dois dedos (ensinamos a fazer pompom neste vídeo daqui), armada com lã em tons de azul – e o famoso Pompom-fácil, armado de lã multicolorida. Quem será que vai ganhar?

pompom-quantidade-la pompons-enrolados

Primeira etapa: Quantidade de lã utilizada. Fazendo cerca de 50 voltas nos dedos, o pompom de dedo exige cerca de 5,65 metros de lã. Já para rechear o pompom-fácil foram necessários 3,25 metros.

Segunda etapa: Tempo gasto para enrolar o pompom. O azul foi no dedo e levou cerca de 1 minuto. Para o pompom fácil, precisei de uns 1:40 minuto.

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Terceira etapa: Cortar o diâmetro. Aqui não senti muita diferença. No pompom de dedo foram 53 segundos. No pompom-fácil levei 41 segundos.
Quarta etapa: Tempo de finalização (aparar as pontas). Levei praticamente dois minutos para acertar o tamanho do pompom feito no dedo. O pompom-fácil fica com fios de tamanhos mais regulares, então gastei menos tempo nesta etapa – 1:22 minutos.
Quinta etapa: Desperdício. Eu queria ter uma balancinha para pesar a quantidade de lã que sobrou e chegar em um percentual de desperdício, mas não deu. Então empilhei os restos e coloquei perto de uma fita métrica para dar uma ideia visual. O pompom de dedo perdeu feio.
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Sexta etapa: Pompom pronto. Os dois ficaram muito parecidos, com boa aparência e uniformes. Empate aqui!
O veredito
O pompom fácil venceu por ser mais rápido e econômico. Ele é um ótimo instrumento para quem precisa fazer muitos pompons. Mas nem tudo é perfeito. Ele faz sempre pompons de mesmo tamanho, um problema para quem precisa de variedade. Na internet, vi que existem kits de pompons importados, com aros em diversos tamanhos, tipo P, M e G – daí resolve. Mas o pompom de dedo leva uma menção honrosa pela praticidade, afinal, basta lã e tesoura e você pode fazer em qualquer lugar.
Links
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Também no Superziper: * A gente já ensinou a fazer finger knitting, ou tricô de dedo, é bem facinho de fazer. Mais uma técnica que só precisa dos dedos e de um novelo de lã. Dá para por em prática já!
26 nov 09
tricô e crochê
Confissões de uma iniciante na arte do crochê
por Claudia
Projetinhos de crochê

Decidi escrever este post, e dividir minhas desaventuras no crochê, para mostrar que ninguém nasce sabendo e que todo mundo se atrapalha no começo. Esta foto mostra os três primeiros projetos que fiz. Apesar de ter editado os vídeos e filmado a Andrea para a série Aprenda Crochê com o Superziper, eu mesma ainda não tinha me empenhado muito na técnica. Está certo que fiz muitos quilometros de ponto correntinha – esse era fácil, mas vou confessar que eu tive um pouco de preguiça de pular para o próximo nível, os pontos baixo e alto. Mas neste fim de semana que passou, por motivos de força maior tive de ficar em casa, e acabei naquelas de pegar lã, agulha e notebook (para fazer vendo os vídeos) e comecei a praticar. Vejam os resultados.

Aprendendo crochê Quadrado (?) de crochê
Este quadrado (?) branco foi a minha primeira lição. Ele ficou tão torto, mas tão torto, que tive de costurar um pedaço de tecido por trás para dar um formato. Acho que dá para perceber que os pontos estão bem irregulares, os buracos me denunciam. Ao terminar, meu nível de felicidade era 10 – afinal, uau, consegui fazer alguma coisa em crochê. E isso em menos de uma hora. E aprendendo sozinha, apertando o botão de backwards do Youtube várias vezes.
O quadrado laranja foi a segunda peça. E tanto nessa como na outra pratiquei o ponto alto – achei que era mais fácil. Aqui os buracos continuam, mas o formato quadrado pelo menos está mais evidente. Me perdi um pouco, mas completei bem a lição. Ao terminar, felicidade 8, empolgação 10. Gente, eu estou conseguindo!
Começando a fazer crochê Pulseira de crochê
E mais um quadrado de novo. Aqui comecei a praticar o ponto baixo. Fiquei bem feliz com o resultado. Gostei da combinação do ponto e do tipo de lã que usei, o efeito final ficou legal. É claro que dá para melhorar, mas para o primeiro dia está bom demais. Felicidade 9, empolgação ainda 10. Bem animada.
Quarto projeto? Comecei a “soltar” a imaginação. Vejam que criativa, com uma tirinha de correntinha e pontos altos eu consegui fazer uma pulseira. Ficou maior do que deveria, então improvisei com um botão para fechar. É claro que não vou usar isso. Mas pelo menos aqui já comecei a dar utilidade para a técnica recém aprendida. Felicidade 8, empolgação 9 e muito cansaço mental.
Terminei o dia me inscrevendo no Ravelry, me inspirando com fotos dos grupos de crochê do Flickr e fazendo uma listinha mental de próximos projetos. Agora não vejo a hora de chegar o fim de semana para eu comprar umas lãs legais e voltar a crochetar.
Minha mensagem para quem nunca tentou: aceitar que não dá para acertar de primeira, nem de segunda ou terceira. Tem que insistir que alguma hora sai. Mas precisa treinar até se sentir a vontade, até sair no piloto automático. Eu ainda seguro a agulha de um jeito meio esquisito, mas senti que os pontos estão deslizando com mais facilidade. Não achei ainda o jeito certo de segurar a linha com a mão esquerda, mas já está melhor do que no começo. Minha meta agora é conseguir crochetar e ver TV ao mesmo tempo. Eu chego lá…
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Também no Superziper: Projetos de crochê é o que não falta por aqui. Vou reler os seguintes posts: flor de crochê ensinada pela Carola do Pintinho Coloridinho, roupa de crochê para copos e xícaras e, o mais desafiador de todos (que já fiz umas quatro tentativas e ainda nada), os famosos quadrados da vovó.