14 out 08
blogueira convidadaoutros bla bla blas
Divagações sobre o que é ser crafter e por que consumir crafts
por Andrea

Vulcan: embalagem

 

Por Emy Kuramoto, blogueira convidada do Mês.

Vocês que circulam por aqui já devem ter sacado que o ato de fazer artesanato, crafts ou trabalhos manuais (a terminologia mais adequada costuma gerar muita discussão) sofreu uma reviravolta com a internet. O que antes era atividade de vovós ou passatempo de donas-de-casa, pelo menos no imaginário comum, está sendo levado mais a sério como negócio. Fato interessante é que muitas pessoas jovens e bem instruídas, com ensino superior, diplomas e especializações variados, estão se dedicando a fazer trabalhos artesanais e isso parece ser um fenômeno mundial. Juventude e formação acadêmica não garantem necessariamente qualidade, mas certamente introduzem uma nova cara às técnicas tradicionais, que estão, aos poucos, é verdade, deixando de ser vistos como um sub-emprego malfadado para se tornar uma atividade rentável.

Esse novo perfil de artesão foi se consolidando com o surgimento de sites, fóruns, blogs e comunidades online relacionadas ao tema. Muitos aproveitaram a experiência que já tinham em casa, graças às mães, avós e/ou tias prendadas, para se dedicar a algum trabalho artesanal e divulgá-lo pela rede. Outros se utilizaram da própria web e de seus zilhões de tutoriais para aprender sozinhos a dar os primeiros passos, esmiuçar alguma técnica e vender seus produtos. Não sei dizer se há um caminho melhor, mas acredito que o valor individual, a bagagem, o bom gosto e a determinação são mais importantes do que o modo como você dominou algum processo.

O bacana disso tudo é perceber como o trabalho artesanal difundido pela internet provocou uma mudança efetiva na vida das pessoas. Um bom exemplo é o de mães que tiveram que abandonar seus empregos para criar os filhos e encontraram independência e valorização numa atividade manual sem abrir mão do tempo com as crianças. Ok, antes que as mais feministas me lancem um vudu, não acho que se dedicar aos crafts seja um retrocesso, seja coisa de mulher desocupada, de mães desempregadas que aceitaram o trabalho manual como um consolo, como um ato último de resignação, pelo contrário, percebo que muitas encontraram no meio de agulhas, linhas, papéis e tintas uma sensação libertária e prazerosa e que isso as fez desfrutar de mais qualidade de vida, essa coisa tão reivindicada quanto escassa hoje em dia. Digo isso porque ainda há muito ceticismo quando você se anuncia como artesão ou crafter. Há os que pensam que você está achincalhando as conquistas das mulheres no mercado de trabalho e que com a sua formação, você deveria estar vestindo um tailleur preto, subindo o elevador de um prédio bem bacana para uma reunião com a diretoria de uma multinacional. Outros simplesmente acham que você só pode estar brincando, delirando de fome, ou então, pronto, virou hippie!

Bem, esse estado de descrença que paira sobre as cabeças de quem trabalha com crafts denota bem a confusão sobre o papel, principalmente da mulher, nos dias de hoje. O trabalho manual, feito em casa, que muita gente ainda vê como um recuo nas demandas feministas, está sendo abraçado por mulheres jovens, que dão uma cara divertida, moderna e diferente ao velho crochê e tricô, por exemplo, sem que isso seja encarado como uma atividade menor, simplória, de “mulherzinha”.

O legal em reler uma técnica antiga é que o consumidor passa a ver o produto sob outras perspectivas. Aquela toalhinha bordada que ficava em cima da cômoda da sua avó agora tem cores e formas bem mais atuais, saem as tradicionais flores e entram corujas e caveiras, por exemplo (e eu gostaria de saber por que essas imagens são tão recorrentes no Etsy…). Uma rápida vasculhada em sites e lojas especializados em vender esse tipo de produto permite perceber que não há similares nas grandes lojas e nos shoppings. Então uma conclusão banal, mas importante, é que a vitalidade do produto artesanal reside justamente em conseguir se situar fora do mainstream, principalmente da produção massiva globalizante, de ritmo chinês, que fez as coisas ficarem mais baratas e mais iguais, algumas com qualidade bem duvidosa. E é justamente esse traço outsider que fez com que emergissem na rede alguns ditos “movimentos craft” ou até “manifestos craft”, tentando politizar essa nova onda de artesãos, dando a ela um quê de resistência e protesto. Nessa lógica, os crafters se situariam no mesmo terreno das bandas ou dos videomakers independentes. Vejo que os norte-americanos, particularmente, gostam muito dessa visão. No site I buy handmade, há vários links para blogs e sites que tratam de consumo consciente e criticam as grandes corporações. Yes, eu concordo que trabalhar com crafts é, até certo ponto, social e ecologicamente correto, afinal rios não são poluídos, a produção não é alienante e um batalhão de pessoas não é subempregado num chão de fábrica apinhado de máquinas, mas não me sinto nada confortável com esse viés socialista que se tenta promover por lá. Acho exagerado, afinal, de um jeito ou de outro, dependemos das grandes corporações (eu gosto de comprar bons materias, máquinas e utensílios para o meu trabalho!), precisamos de dinheiro, precisamos viver com dignidade e isso é bacana para a economia.

Bom, em vez de ver a coisa apenas por este ângulo social e “consciente”, prefiro pensar que o trabalho artesanal deve ser consumido e valorizado pelo que é em si. Explico: há muitos crafters suprindo nichos que as grandes lojas não atendem, ou seja, entendendo seu cliente e o que ele quer. Se você está prestes a fazer sua viagem dos sonhos e procura um diário de viagens à altura, provavelmente não vai encontrá-lo na papelaria da esquina, mas pode achar um caderno perfeito, feito com papéis especiais, com estampas diferentes e lombada artesanal no ateliê de um crafter ou então, se você quer sair da mesmice e procura aquele vestido com uma gola super bacana e botões vintage garimpados com carinho, vai ver que ele não é vendido nos shopping centers, que geralmente tentam nos enfiar goela abaixo a moda das revistas… E, mais importante: o consumo de objetos craft geralmente implica numa relação direta, pessoal e respeitosa entre artesão e consumidor. Alguns produtos são feitos sob medida, ou seja, há uma pessoa ou uma equipe dispensando seu tempo para atender exclusivamente um cliente. Num mundo cada vez mais impessoal, onde se compra a rodo e a toda hora, acho que consumir crafts aumenta e diversifica as opções de compra, afaga os olhos e faz bem para a alma!

E vocês, o que acham?

26 set 08
blogueira convidadafashion
Sartoriando ou buscando a moda pra valer
por Andrea

sartorialist

Por Emy Kuramoto, blogueira convidada do Mês.
Todas as fotos do blog The Sartorialist

Estilo é uma daquelas coisas que não dá para comprar, não dá para encomendar ali na esquina e nem pegar emprestado da amiga. Ponto. Mas olha, dá para se inspirar e se deliciar em muitos lugares: revistas, sites, blogs e mesmo nas ruas e isso é um dos aspectos mais legais da moda, ainda mais em tempos de internet. É lógico que bom senso nessa hora é essencial. Creio fortemente que conhecer e aceitar nosso corpo, nossa rotina, personalidade e estilo de vida já é um atalho e tanto, que nos faz avançar várias casas na direção do tão desejado e aclamado bom gosto. E sim, o danado do bom gosto é relativo, controverso, tem várias caras, feições e é muito discutível.

E já que estou falando de moda, internet e de quão múltiplo e multifacetado os guarda-roupas podem ser, uma dica bacana e amiga é passear pelo blog The Sartorialist, tocado – com muito sucesso, diga-se de passagem, pelo publicitário norte-americano Scott Schuman.

Como a maioria das grandes idéias, a coisa é simples, lindamente minimalista e funciona assim: Scott sai às ruas com uma máquina fotográfica e clica pessoas comuns com looks interessantes. Ok, são interessantes para ele, mas o rapaz tem olhinhos muito bem treinados. Ele é formado em marketing de moda e trabalhou 15 anos com grifes de calibre, entre eles Valentino e Jean-Paul Gaultier. Desde 2005, quando lançou o blog, Scott protagoniza uma daquelas histórias inspiradoras e fulminantes de pessoas que “fazem” seus próprios empregos. Foi a partir do blog e de todo o bafafá em cima dele, que Scott hoje colabora para a revista GQ e para o site Style.com e, vez ou outra, expõe suas fotos em galerias de arte e clica editoriais de moda para algumas grifes. Nada mau para quem começou um blog sem muitas ambições.

Todo esse interesse se explica em números: são mais de um milhão de visitantes por mês e em março deste ano, o Sartorialist figurou numa lista dos 50 blogs mais poderosos do mundo. Os fatos e números que o cercam são tão democráticos como meteóricos, afinal, em que outra época uma idéia tão simples e blasé, de baixíssimo custo, veiculada numa mídia tão barata como um blog ganharia tanto espaço tão rápido na grande imprensa? Pois é, são os tempos modernos…

E ó vou dizer: só as fotos do The Sartorialist em si já valem o click, pois são esplêndidas e têm aquele climão próprio. São retratos muito bem compostos, na maioria das vezes em tomada frontal, tudo muito franco, limpo, às vezes até etéreo e despretensioso, uma herança muito bonita de grandes fotógrafos de rua e retratistas americanos do passado.

Bem, mas o mais bacana do blog é acompanhar um desfile diário de pessoas de verdade (não necessariamente celebridades e/ou modelos). Dândis, nerds, peruas e moderninhas se revezam com muito charme, gente com terninhos muito bem cortados,paletós displicentemente amassadinhos ou com um look bem 80’s, beirando o cafona, de spencer, calça pregueada e cinto dourado. É uma delícia ver o que cada pessoa escolhe usar e como elas se mostram seguras e confiantes com as roupas que elegeram!

Ao fazer uma pesquisinha básica para redigir este post, descobri que o Scott Schuman começou o Sartorialist por observar que o que a indústria da moda oferta não tem nada a ver com o que as pessoas usam nas ruas e eu achei o máximo (é nessa hora que eu necessito levantar a mão e declarar que eu também tenho meus dias de angústia, em que me sinto incompreendida, excluída e abandonada pela indústria da moda!). O blog acabou se tornando referência para muitos estilistas que, segundo o Scott, sentiam muita falta de um canal que os aproximassem da moda real, pra valer, que se usa no dia-a-dia. Daí a gente começa a entender por que o blog deu tão certo e se tornou uma fonte democrática de inspiração para tantas pessoas, dentro e fora do mundinho da moda.

Vou terminar elegendo meus looks favoritos! Na verdade, fiz um apanhado de uma pequena tendência recorrente no blog e que eu adoro: pessoas com um quê nerd e quadradinho, visual esse que já apareceu em várias passarelas ultimamente e, quem diria, tem se tornado cool e hype! Anyway, acho tão cuti-cuti que separei alguns modelitos:

Sartorialist1

 

sartorialist2

Daí que todo esse papo sobre internet, blogs e moda me fez pensar naquele filme os A vingança dos nerds, da época em que os CDFs, incluindo esta que vos fala, eram criaturas tacanhas e difamadas. Hoje é legal ser nerd! O filme não poderia ser mais premonitório, né não!?

 

Em tempo: “Sartorialist” vem de sartorial, que remete tanto a um músculo que temos na coxa, chamado de “sartório” ou “alfaiate”, como a um objeto feito com muito esmero, de ótimo acabamento.

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Pitaco da Andrea: Foi graças a Emy virei fã do The Sartorialist pois foi ela quem me abriu os olhos para este blog, num post que escrveu no blog do Tofu, há alguns meses atrás. Segundo ela a dica era manjada, mas pra mim era nova. Fui checar e pirei no blog, na beleza e simplicidade da proposta. Eu fiquei tão groupie que até bookmarquei o site no meu celular e vou lá conferir as fotos obsessivamente, toda manhã. Brinco de eleger o meu look favorito, aquele que eu quero tentar imitar. O escolhido desta semana é este :) !

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UPDATE !: Já que o assunto é ” como você se veste” não deixem de conferir o blog brasileiro Hoje vou assim . É lá a Cris registra, há mais de um ano, os seus looks diários. Especialmente indicado para as de figurino mignon ! Obrigada [dea] por nos lembrar deste blog bacanérrimo :)

17 set 08
blogueira convidadaoutros bla bla blas
Por um casamento craft
por Andrea

Álbum de casamento

Por Emy Kuramoto, blogueira convidada do Mês.
ilustrações Cláudia Fajkarz

Dizem que o sonho dourado de toda mulher é se casar, ter seu dia de princesa, cheio de bajulações e regalias. Até as mais ranzinzas e avessas a tradições teriam enrustido, ali nas últimas curvas do inconsciente, um impulso casamenteiro inegável ! Pois bem, concordo (em termos!). Acho que as uniões devem ser celebradas sim, mas cada uma a seu modo e a seu tempo, se e quando os casais sentirem que devem fazê-lo. Olha, vou logo avisando: apesar de independente, este post não é imparcial e vou abertamente tomar partido da simplicidade e do casamento low-profile, mas isso não quer dizer que discorde das cerimônias bufantes e rococós, se os noivos se sentirem okays com isso.

Bem, dito isso, estas linhas são para as moçoilas românticas e aflitas que vão casar, mas não captaram ainda qual é a da indústria do casamento. Para começar, eu não entendo por que um momento tão íntimo e especial tem que seguir tantas convenções, por que se submeter ao receituário manjado prescrevido por aquelas mega-hiper feiras (caça-níqueis) de casamento, por que as fotos da cerimônia são todas posadinhas e irritantemente iguais (noiva saindo do carro, entrando na igreja, noiva com o pai, noiva com os irmãos, padrinhos etc), por que aquele holoforte constrangedor na cara dos noivos, por que os menus e arranjos florais tão previsíveis, por que os indefectíveis bem-casados como a única opção que existe no mundo dos doces, por que casar em igrejas barrocas e opressoras, por que os vestidos das noivas têm basicamente o mesmo shape, canutilhos e miçangas pululando pela saia, por quê, por quê? Bom, eu não sei o por quê e acho que tenho medo de saber, mas tenho muita fé de que tudo isso possa ser diferente, delicado, leve e singular!

Se vocês têm habilidades manuais (e eu sei que têm), é um desperdício ignorá-las em um dos momentos mais marcantes da vida. É nessa hora que seus miolos e suas mãos podem entrar em cena para fazer de seu casamento uma celebração pessoal e intransferível e não um déjà vu maçante do casamento daquele seu parente no ano passado. Eu entendo que não dá pra fazer tudo e você vai precisar de muita ajuda e pla-ne-ja-men-to (nessa hora a web é um amigo leal), mas o legal é caprichar naqueles pequenos detalhes que fazem toda a diferença e mostram que você se importa de verdade com cada um de seus convidados.

E olha, parece óbvio, mas vou falar: se você não tem muito tempo (quem tem hoje em dia?) e quer implementar alguns ou muitos detalhes craft na sua festa, é muito mais viável e stress-free uma celebração intimista do que uma mega-festa (optar por 30 convidados do peito é mais fácil e muito mais significativo do que 300 pessoas perdidas no salão, muitas das quais você nem lembra o nome).

Considerações feitas, pensei em indicar 10 projetinhos e idéias simples, pequenos detalhes e delicadezas que podem conviver fácil e harmoniosamente com os serviços de buffet, decoração e iluminação que você eventualmente contratar! Vamos a eles:

1. O buquê: que tal inovar e fazer seu próprio buquê? O site da Martha Stewart ensina o passo-a-passo para fazer um arranjo lindíssimo com papéis e fitas. De quebra, dá pra estender a idéia e fazer uma florzinha para a lapela do noivo!

2. O vestido: gosta de vestidos de época? Tem uma quedinha por modelinhos vintage e charmosos e quer fazer seu próprio vestido? Moldes inspiradores dos anos 30 e 40 podem ser encontrados aqui! Gente, nunca testei o serviço, mas vi que eles vendem para fora dos EUA.

3. O penteado de noiva: se você quer um look moderno, fresco e descompromissado, pesque algumas idéias graciosas aqui!

4. A almofadinha para as alianças: dá para fazer algo diferente e delicado. Quem já está acostumada a fazer alfineteiros lindos, vai achar moleza!

5. O álbum de fotografias: já fiz meu desabafo lá em cima e ó, acho que para ter um conjunto de fotos bonito e terno. É preciso um fotógrafo de bom-senso e sensibilidade, mas como eles não vem com esses predicados impressos na testa, a melhor coisa é observar muito bem os portifólios de cada um. Há tempos conheço o trabalho da Carolina Pires, via flickr, e acho as imagens que essa moça produz um primor, grande parte feita nos bastidores do casamento com muita espontaneidade e delicadeza, uma proposta bem diferente do basicão. Uma sugestão honestíssima e isenta!

6. Os noivinhos do bolo: talvez esse seja o ícone mais kitsch de um matrimônio. Dá pra revitalizar os pobres noivinhos com idéias simples (sem usar biscuit). Assistindo a uma propaganda de desodorante (aquela que tem uma boneca de papel correndo em cima de um disco de vinil, essa mesma, daquela marca famosa…), achei que bonecos de papel dariam ótimos e simpáticos noivinhos. Já brincou de vestir bonequinhas de papel quando criança? Pois aqui tem muitas idéias divertidas e bacanas!

Se isso não te fez feliz, você pode fazer lindos bonequinhos com arame, tecidos, feltro e linha para bordado, olha só!

7. A decoração do ambiente: se o seu casamento for outdoor (eu adoouro!) e à noite, aproveite para usar lindos chouchins (lanternas japonesas), uma opção econômica e de grande efeito visual. Esta idéia já foi usada na série Desperate Housewives (boas idéias podem vir de qualquer lugar, não é!?) e a imagem, de tão linda e simples, ficou gravada na minha cachola… Chouchins de vários tamanhos, cores e estampas podem ser encontrados na Hime-ya, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Dependendo do clima da sua festa, os famosos pom-pons da Martha Stewart também podem transformar um ambiente, ainda mais se foram elegantemente acompanhados por um mini pom-pom como arremate para os guardanapos. Veja só!

8. A mesa: para a recepção não ficar toda branca e sem graça, uma boa pedida é fazer caminhos de mesa com tecidos estampados, combinando com o arranjo central. Você pode convidar as amigas, tias e primas crafters para tardes gostosas de chá e costura, que tal? Daí, é só deitar os caminhos sobre as toalhas de mesa lisas que os buffets geralmente fornecem. Padronagens simples, como listras ou até mesmo poás, para as mais descontraídas, compõem muito bem uma mesa. Cuidado com os xadrezes, senão seu casório vira uma cantina italiana!

9. Cartões e adornos para mesa: coletânea de delicadezas em papel, muito fino, criativo e eficiente: moldes e clip-arts para download aqui!

10. A lembrancinha: já pensou em oferecer caixinhas de cookies finamente embalados em vez dos famigerados e cansados bem-casados? Nesta galeria, muitas idéias docinhas e extasiantes!

Gentemm, o assunto é inesgotável! O importante é ter em mente que casamentos são compostos por inúmeras minúcias e detalhes, que celebram não só uma união, mas uma passagem linda para a maturidade e para nossa carreira solo, longe das asas dos pais, então, pessoas, a melhor dica de todas é fazer tudo de modo que tenha um significado bonito e pleno para você e para seu amado! No mais, que sua aventura a dois seja eterna enquanto dure!

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Também no Superziper: A festa é a noite ?  Aprenda a fazer lanternas com velas – uma idéia bem simples e fácil de executar, mas que dá um charme handmade à sua festa.